DESAFIO LITERARIO 2017 4 - UM LIVRO COM MAIS DE 500 PAGINAS

quinta-feira, 11 de maio de 2017








Mago e Vidro poderia contar como o tópico em dobro, foram 1012 páginas na edição que li! Mas é Stephen King e é a Saga da Torre Negra! 

Stephen King é o tipo de autor que não da pra torcer o nariz ao primeiro livro. Nem dizer que você ou ama ou odeia. King é único! Ele escreve fantasia, terror, suspense, romance e em uma de suas obras mais recentes, Sobre a Escrita, além do conteúdo biográfico conseguiu ser divertido!

Em Mago e Vidro conhecemos a história de Roland, as razões por trás de sua busca incansável pela Torre Negra, suas fraquezas e seu grande amor juvenil..... Nesta parte da história podemos esclarecer muitas dúvidas a respeito da saga e conhecer um Roland diferente. Tão sagaz e determinado quanto "depois
que o mundo seguiu a diante" porém mais suscetível.... Ah! Claro! Ele era um adolescente apaixonado!

Sim. Há romance, clássicos da literatura e música pop. King mistura muito bem elementos da cultura americana em qualquer contexto. Seja falando de um carro assassino ou de um mundo que deixou de existir.

Ficou um sentimento de que não sabemos tudo que aconteceu nesta fase da vida do protagonista, especialmente com seus amigos, mas creio que nos próximos livros haja um retorno a este momento da história do pistoleiro

2 comentários:

Betty Gaeta disse...

Oi Val,
Do Stephen King eu li A Coisa e fiquei muito impressionada! Li de teimosia até o fim, pois não dormia direito à noite e tinha uma banheiro abandonado no meu serviço, que eu passava longe de tanto medo!
Tenho vontade de ler outro, pois assisti vários filmes baseados em livros dele e gostei muito, mas cadê coragem?
Bjs

ValLindinha disse...

Leia A Zona Morta. E um drama, logicamente se tratando de King, com um misto de fantasia e a história prende bastante. Não dá medo nenhum.
Outro bem tranquilo neste sentido, é a espera de um milagre, muito mais comovente do que assustador.
Por isso que digo que Stephen King não pode ser definido por poucas obras, ele consegue passar do terror à emoção com a mesma desenvoltura. Sem falar de capacidade produtiva dele